Policia Federal quebra o silêncio!!!
Enfim a Polícia Federal quebra o silêncio e presta os primeiros esclarecimentos. Para decepção geral, o que parecia ter sido fruto de investigações preliminares e resultado do trabalho de inteligência, acabou se afigurando apenas uma denúncia anônima e mal apurada.
O vazamento das informações sobre uma suposta trama envolvendo o assassinato de Deputados Estaduais por um colega de Casa não passou de denúncia anônima que não pode ser comprovada, talvez, inclusive, a repercussão do caso tenha prejudicado sua apuração.
Ao que tudo indica, a informação repassada pela PF pernambucana visava apenas alertar as supostas prováveis vítimas, a fim de que redobrassem seus cuidados no período dos festejos de fim de ano. Até aí nada mais apropriado e coerente com suas atividades.
No entanto, a forma como estas informações foram repassadas para a sociedade, e tomaram a dimensão de verdade dos fatos resultou, numa inversão de valores digna apenas de contos quixotescos, o que acontece com certa frequência em terras alagoanas.
As polícias tornaram-se “o bandido”, enquanto que o acusado revelou-se “o mocinho”. Vítima de uma grande armação e de perseguição, conforme ele mesmo anuncia, o Deputado Estadual provou, pela ausência de provas (afinal, estas nunca apareceram), que ele não é tão mau quanto os alagoanos pensam.
O “Homem de Ferro” das Alagoas mostrou que pode ser vítima também, e as supostas vítimas, passados os 15 minutos de martírio público, devem voltar ao script de sempre – revezarem-se nas licenças para tratamento de saúde, afim de que continuem, os três – vítimas e acusado – representando o povo na Casa Tavares Bastos.
O vazamento das informações sobre uma suposta trama envolvendo o assassinato de Deputados Estaduais por um colega de Casa não passou de denúncia anônima que não pode ser comprovada, talvez, inclusive, a repercussão do caso tenha prejudicado sua apuração.
Ao que tudo indica, a informação repassada pela PF pernambucana visava apenas alertar as supostas prováveis vítimas, a fim de que redobrassem seus cuidados no período dos festejos de fim de ano. Até aí nada mais apropriado e coerente com suas atividades.
No entanto, a forma como estas informações foram repassadas para a sociedade, e tomaram a dimensão de verdade dos fatos resultou, numa inversão de valores digna apenas de contos quixotescos, o que acontece com certa frequência em terras alagoanas.
As polícias tornaram-se “o bandido”, enquanto que o acusado revelou-se “o mocinho”. Vítima de uma grande armação e de perseguição, conforme ele mesmo anuncia, o Deputado Estadual provou, pela ausência de provas (afinal, estas nunca apareceram), que ele não é tão mau quanto os alagoanos pensam.
O “Homem de Ferro” das Alagoas mostrou que pode ser vítima também, e as supostas vítimas, passados os 15 minutos de martírio público, devem voltar ao script de sempre – revezarem-se nas licenças para tratamento de saúde, afim de que continuem, os três – vítimas e acusado – representando o povo na Casa Tavares Bastos.
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